Dia 24, 25 e 26
Como tinha dito, mais uma noite no autocarro, mais um filmezinho (desta vez nao era em espanhol, coisa fina) e lá chegamos nós a Arequipa, para quem estava habituado a ficar em hostales de backpackers, este é um bocadinho diferente, mas passa à frente. Acabadinhos de chegar fomos dormir uma soneca, eu à tarde fui ver a cidade, o Faneka tadinho, ficou a tarde toda entre a cama e a casa de banho, mas hoje é um homem novo recomposto para novas aventuras.
Fui ver um mosteiro (Mosteiro de Santa Catalina) muito fixe, era uma cidadezinha onde as freiras viviam enclausuradas, tudo muito pequenino, com cores berrantes que davam para fazer umas fotos espectaculares, mas sabem que nestas alturas a máquina teima em ficar sem bateria, quer dizer ficou sem bateria no dia anterior e esquecí-me de carregar, mas isso sao pormenores. Logo de seguida fui ver um museo impressionante, o Museo da Juanita, isto é um museo da Universidade de Arequipa que fala sobre a descoberta de miuda Inca, com cerca de 12 anos, que foi encontrada no topo de um vulcao (Ambato), a cerca 6300 m de altura. Foi oferecida aos deuses que supostamente, para os Incas, viviam nas montanhas. Quando existiam catastrofes naturais era normal fazer sacrificios para que os Deuses se acalmassem, tinham de ser crianças para que fossem puras...culturas!!!
No dia seguinte eram 2:30 já estava o despertador a tocar, toca a acordar para nos encontrar-mos com o mono da viagem, eleito por unanimidade, coitadinha da guia, ela até se esforçava, mas....o jeitinho e a vozinha irritante deixou-nos um pouco inquietos. Passe-mos à frente. Um dia muito, muito cansativo e um pouco enfadonho se eu e o Faneka nao fossemos um bocadinho palhaços, mas valeu a pena ver o voo dos condores pelo vale, claro que estavamos quase sozinhos, mais umas...300 pessoas!!!! Nao se pode ter tudo. Claro que chegámos ao hostal e foi impossível mexer-nos mais para algum lado.
Hoje foi acordar e vir para Puno, um terrinha à beira do lago Titicaca, o lago navegável mais alto do mundo, está a cerca de 4100 m. Agora vamos sair daqui para aproveitar esta noite, porque estou farto de ficar no quarto todo partido sem fazer nada.
Amanha vamos passar a noite numa das ilhas do lago, acho que vai ser giro...
Como tinha dito, mais uma noite no autocarro, mais um filmezinho (desta vez nao era em espanhol, coisa fina) e lá chegamos nós a Arequipa, para quem estava habituado a ficar em hostales de backpackers, este é um bocadinho diferente, mas passa à frente. Acabadinhos de chegar fomos dormir uma soneca, eu à tarde fui ver a cidade, o Faneka tadinho, ficou a tarde toda entre a cama e a casa de banho, mas hoje é um homem novo recomposto para novas aventuras.
Fui ver um mosteiro (Mosteiro de Santa Catalina) muito fixe, era uma cidadezinha onde as freiras viviam enclausuradas, tudo muito pequenino, com cores berrantes que davam para fazer umas fotos espectaculares, mas sabem que nestas alturas a máquina teima em ficar sem bateria, quer dizer ficou sem bateria no dia anterior e esquecí-me de carregar, mas isso sao pormenores. Logo de seguida fui ver um museo impressionante, o Museo da Juanita, isto é um museo da Universidade de Arequipa que fala sobre a descoberta de miuda Inca, com cerca de 12 anos, que foi encontrada no topo de um vulcao (Ambato), a cerca 6300 m de altura. Foi oferecida aos deuses que supostamente, para os Incas, viviam nas montanhas. Quando existiam catastrofes naturais era normal fazer sacrificios para que os Deuses se acalmassem, tinham de ser crianças para que fossem puras...culturas!!!
No dia seguinte eram 2:30 já estava o despertador a tocar, toca a acordar para nos encontrar-mos com o mono da viagem, eleito por unanimidade, coitadinha da guia, ela até se esforçava, mas....o jeitinho e a vozinha irritante deixou-nos um pouco inquietos. Passe-mos à frente. Um dia muito, muito cansativo e um pouco enfadonho se eu e o Faneka nao fossemos um bocadinho palhaços, mas valeu a pena ver o voo dos condores pelo vale, claro que estavamos quase sozinhos, mais umas...300 pessoas!!!! Nao se pode ter tudo. Claro que chegámos ao hostal e foi impossível mexer-nos mais para algum lado.
Hoje foi acordar e vir para Puno, um terrinha à beira do lago Titicaca, o lago navegável mais alto do mundo, está a cerca de 4100 m. Agora vamos sair daqui para aproveitar esta noite, porque estou farto de ficar no quarto todo partido sem fazer nada.
Amanha vamos passar a noite numa das ilhas do lago, acho que vai ser giro...

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