Thursday, August 31, 2006

Para ver fotos... Há fotos novas

29 a 32

Mal chegamos a Cusco somos enganados, taxi do aeroporto nao sao 10 soles, sa0 2, só sabemos destas coisas depois.
Cusco é sem dúvida a cidade...tem qualquer coisa de mágica, a praca de armas é linda e todas as ruazinhas ao estílo de sintra fazem desta cidade, a minha cidade peruana de eleicao. Claro que a factura é estar repleta de gringos e sermos bombardeados por tudo o que é empregado de restaurante para irmos lá gastar uns quantos soles, mas vale a pena apreciar cada rua, cada recanto, ter estado apenas um dia é demasiado pouco tempo para puder apreciar esta cidade.
Na primeira noite tivemos ajuda e a companhia uma rapariga da Republica Dominicana que está a trabalhar em Cusco (amiga da Erica que está em Lima).
Após um dia em Cusco vamos visitar o vale sagrado, primeiro local de paragem, Pisaq. Umas ruinas Incas que ficaram ainda mais bonitas após as explicacoes ilucidativas do nosso guia, o Eder. Seguimos para Ollantaytambo para visitar mais umas ruinas Incas e cada vez mais ficamos pasmados com o que este gajos faziam, nada é feito por acaso.
Ollantaytambo é a cidade onde se apanha o comboio para a povoacao de Machu Pichu (Águas Calientes). Chegamos a estacao quando vimos uma placa a dizer "Boletos Agotados"... é o ultimo comboio para Machu Pichu. Tentamos falar com o senhor da bilheteira, só há um comboio no dia seguinte, nesse comboio nao conseguimos ver o nascer do sol em Machu Pichu...no dia seguinte temos que voltar para Cusco, é o último dia para ver Machu Pichu ao amanhecer. Os dois de cabeca em baixo, até pensamos em subornar o guarda. Até que... temos que ir a pé. Perguntamos a um senhor que nos diz que temos que ir até ao km 82, depois sao cinco horas a andar. Daí até estarmos metidos num taxi, com sandes e lanternas foi um instantinho. Comecamos a andar até que de repente vimos uma luz, "esconde-te", disseram-nos que há quem controle o caminho e podem nao nos deixar passar, todos borrados escondidos atrás de uns arbustos no meio dos andes. Vimos um gajo a passar por nós a correr. Com o caminho livre pomo-nos de novo a andar. Ao longo do caminho apanhamos mais uns sustos, escondemo-nos mais umas vezes, até que decidímos acender as lanternas e continuar a caminhar. Ao final de cinco horas e 30 km de terreno impróprio chegamos a Águas Calientes, a última hora foi uma tortura. Com a roupa humida, esgotados e o faneca com o joelho que parece um trambolho, ficamos 3 horinhas a dormir na pior pensao que alguma vez estive. Resolvemos ir de bus em vez de irmos a caminhar, já chega de caminhadas...entao eram 6 da manha e o tao esperado momento chegou, chegamos os dois a Machu Pichu, o Faneca com um bastao a ajudar, mas conseguimos os dois ver o tao ansiado nascer do sol. Posso dizer que tudo o que se diz é verdade, Machu Pichu é impressionante, valeu a pena todo o esforco.
Agora estamos em Lima prestes a entrar no autocarro para Quito, apetece-me chorar, as próximas 30 horas vao ser dentro de um autocarro. Até Quito, se nao me der uma trombose...!!!
27 e 28

Olá... ao final de tanto tempo.
Bem como tinha dito fomos passar este fim de semana ao lago Titicaca, as 7 da manha já estavam a nossa espera para irmos para apanhar o barco, ao entrarmos logo ouvimos, "portugueis?". Um brazuca de S. Paulo, com 2 Uruguaias, mais uma vez a festa montada. primeira paragem, ilhas Uros, umas ilhas artificiais que flutuam na água, feitas de raizes, terra e totora (uma espécie junco). Quer dizer aqui tudo é feito de totora, as ilhas, as casas, os barcos, a alimentacao, dá para tudo, parece a aloe vera!
Daí fomos directamente para Amantani, esta uma ilha natural, onde ficamos a prenoitar em casa de uma família local, uns camponeses muito, muito simples onde havia a mae (Ines), a filha (Iani) e o pai com mais 40 anos que a mae (Rufino). Comeu-se bem...batata com arroz e arroz com batata, a sopa era boa diz o faneca. As casas eram feitas de barro, mas nao eram frias. Mais uma vez vimos um por do sol revigorante, o sol, a água, umas montanhas ao fundo e algumas nunvens fazem o cenário perfeito.
O pequeno almoco de despedida e lá fomos nós para Taquille, uma ilha mais pequenina, mas muito menos autentica, a caca ao turista é impressonante...
De volta a Puno mais uma noite de viagem nos espera até Cusco...

Thursday, August 24, 2006

Dia 24, 25 e 26
Como tinha dito, mais uma noite no autocarro, mais um filmezinho (desta vez nao era em espanhol, coisa fina) e lá chegamos nós a Arequipa, para quem estava habituado a ficar em hostales de backpackers, este é um bocadinho diferente, mas passa à frente. Acabadinhos de chegar fomos dormir uma soneca, eu à tarde fui ver a cidade, o Faneka tadinho, ficou a tarde toda entre a cama e a casa de banho, mas hoje é um homem novo recomposto para novas aventuras.
Fui ver um mosteiro (Mosteiro de Santa Catalina) muito fixe, era uma cidadezinha onde as freiras viviam enclausuradas, tudo muito pequenino, com cores berrantes que davam para fazer umas fotos espectaculares, mas sabem que nestas alturas a máquina teima em ficar sem bateria, quer dizer ficou sem bateria no dia anterior e esquecí-me de carregar, mas isso sao pormenores. Logo de seguida fui ver um museo impressionante, o Museo da Juanita, isto é um museo da Universidade de Arequipa que fala sobre a descoberta de miuda Inca, com cerca de 12 anos, que foi encontrada no topo de um vulcao (Ambato), a cerca 6300 m de altura. Foi oferecida aos deuses que supostamente, para os Incas, viviam nas montanhas. Quando existiam catastrofes naturais era normal fazer sacrificios para que os Deuses se acalmassem, tinham de ser crianças para que fossem puras...culturas!!!
No dia seguinte eram 2:30 já estava o despertador a tocar, toca a acordar para nos encontrar-mos com o mono da viagem, eleito por unanimidade, coitadinha da guia, ela até se esforçava, mas....o jeitinho e a vozinha irritante deixou-nos um pouco inquietos. Passe-mos à frente. Um dia muito, muito cansativo e um pouco enfadonho se eu e o Faneka nao fossemos um bocadinho palhaços, mas valeu a pena ver o voo dos condores pelo vale, claro que estavamos quase sozinhos, mais umas...300 pessoas!!!! Nao se pode ter tudo. Claro que chegámos ao hostal e foi impossível mexer-nos mais para algum lado.
Hoje foi acordar e vir para Puno, um terrinha à beira do lago Titicaca, o lago navegável mais alto do mundo, está a cerca de 4100 m. Agora vamos sair daqui para aproveitar esta noite, porque estou farto de ficar no quarto todo partido sem fazer nada.
Amanha vamos passar a noite numa das ilhas do lago, acho que vai ser giro...

Tuesday, August 22, 2006

Ainda com a ressaca da despedida de toda gente que fez parte deste momento alto em Huaraz, chegámos a Lima por volta das 6 da manha, é estranho como esta viagem para Lima foi triste, apenas 7 dias e já houve alguma coisa que ficou para trás, mas é disto que se procura, as emocoes a flor da pele, a dificuldade de partir, o nó na gargamta no momento de dizer adeus. Chegados a Lima apercebemo-nos que o tempo está a apertar e entao fomos directos a uma agencia, o que até agora tem sido uma viagem totalmente controlada por nós, um bocado a deixar o vento levar-nos, agora vai passar a ser um bocado mais rápida, queremos ver muita coisa e o tempo é apertado, por isso cá vamos nós. De Lima nao vimos nada, estivemos l{a muito pouco tempo e sem grande disposicao.
Hoje partimos de Lima 6:10 da manha directos para Ica, uma cidade na costa, onde fomos fazer Sand Board numas dunas brutais, que davam para o oasis de Huacachina, nem se pode dizer que seja nada de especial, mas foi muita giro, tantos espalhos, saimos dali e fomos provar vinhos, pisco (uma bebida local). Apanhamos um transporte, quer dizer, um carro americano típico (uma banheira) com cerca de 40 anos, onde iam 7 pessoas, expremido literalmene. Chegados a Nazca fomos ver as linhas de Nazca, apanhamos uma avioneta e cá vamos nós,impressionante como é que estas linhas se mantem, até aos dias de hoja quase inalteráveis
Agora aqui estamos há espera de um Bus directamente para Arequipa, Sul do Perú, masi uma noite no Bus, isto está a tornar-se um habito.
Estao a mandar-me embora.....
Até amanha

Monday, August 21, 2006

De dia 16 a 22
Olá a todos, muito tempo sem dar cavaco.... bem, posso-vos dizer que este tempo foi brutal, uma experiência em todo o seu explendor. Como tinha dito, saimos de manhazinha para irmos para o parque nacional de Huarascan. Aí foi o início de 5 dias de frio, caminhadas e mais caminhadas, de pó entranhado no mais recondidos locais do nosso corpo e muito pouco banho, apenas 1, o mais rápido da minha vida, é que tomar banho com a água a roçar os 0 graus nao se pode dizer que seja propriamente o mais agradável... O grupo revelou-se muito giro, deu para conhecer gente de toda a parte e claro que nao me posso esquecer do Orlando, um dos nossos guias, tem 20 anos e o sonho dele é ser escalador muito, muito fixe.
Cheguei hoje a Lima e ainda nao vi nada, vou agora tentar ver o que a cidade tem para me oferecer, depois tento dar mais promenores sobre tudo.
As fotos vou tentar mandar amanha.
De dia 16 a 22
Olá a todos, muito tempo sem dar cavaco.... bem, posso-vos dizer que este tempo foi brutal, uma experiência em todo o seu explendor. Como tinha dito, saimos de manhazinha para irmos para o parque nacional de Huarascan. Aí foi o início de 5 dias de frio, caminhadas e mais caminhadas, de pó entranhado no mais recondidos locais do nosso corpo e muito pouco banho, apenas 1, o mais rápido da minha vida, é que tomar banho com a água a roçar os 0 graus nao se pode dizer que seja propriamente o mais agradável... O grupo revelou-se muito giro, deu para conhecer gente de toda a parte e claro que nao me posso esquecer do Orlando, um dos nossos guias, tem 20 anos e o sonho dele é ser escalador muito, muito fixe.
Cheguei hoje a Lima e ainda nao vi nada, vou agora tentar ver o que a cidade tem para me oferecer, depois tento dar mais promenores sobre tudo.
As fotos vou tenta mandar amanha.

Monday, August 14, 2006

Dias 13,14 e 15
O meu sobrinho nasceu....yyuuuupppiiiii. Um rapazao, 3,7 kg de sobrinho. Mas por alguma razao que me é alheia ainda nao me mandaram uma foto dele para por aqui, pai manda-me lá a foto, pode ser?
Nesse mesmo dia tinhamos como objectivo chegar a Huaraz ao fim do dia...noup, nao ha pssibilidade, chegados à estacao apercebemo-nos que tinhamos uma longa espera de 9 horas até à hora do autocarro partir, olha tem de ser, estamos em trujillo, uma cidade sem muito para ver, como todas as cidadesdo peru tem uma praca das armas, toda agente sabe que nao há melhor sitio para dormir. La apanhamos o bus para Huaraz e mais 9 horas de viagem, é sempre a abrir.
Isto é impressinante, nunca me tinha acontecido chegar a um sitio e estarem gajos quase a lutar para me darem os panfeletos das pensoes, impressionante, ainda por cima tinha acabado de acordar, ainda estava meio abananado, quase que os.....mas cada um tem que se fazer à vida. Fomos para a Posada Churup, muito fixe e o pessoal que conhecemos lá é muito fixe, Bryan (Irlandês), Jack (Holandês), Michele (Inglesa), Susanne (Dinamarquêsa), Anne (Dinamarquesa) e Ian (Alemao), uma salganhada e é com estes todos que vamos para a montanha durante 5 dias, o que quer dizer que durante esse tempo vamos estar incomunicáveis, até sábado ou domingo, vai ser lindo...hehehehe.
Há pessoal que tem um espirito fantástico, o Jack, a Michele e o Bryan andam a viajar à volta do mundo, o primeiro durante três anos e os outros durante 10 meses, venderam as casas, um pediu um ano, os outros despediram-se e cá vamos nós. Em chachapoyas, no norte do perú resolveram comprar cavalos, cerca de 200 dolares cada, e andaram durante 3 semanas a passear de cavalo, quando acharam que já n queiram mais venderam os cavalos, nunca me lembrava de fazer uma cena dessas, por isso é que se que viaja, para ver coisas diferentes.

Friday, August 11, 2006

Dia 12
Já nao falo com os meus pais desde sábado, é verdade, mas sempre que dá já é muito tarde. Fica aqui anunciado que amanha (dia12) nasce o meu 2º sobrinho, é verdade, o Frederico, espero e tenho certeza que está tudo bem, fico com pena de nao estar a dar o meu apoio físico, mas maninha podes ter a certeza que estou contigo, força.....
Hoje foi um dia muito produtivo, fomos visitar vários locais da cultura Chimú, a cultura pré Inca, ou seja a cultura que os Incas dizimaram, quem pensa que os espanhois foram os únicos mauzoes, lembrem-se que antes dos Incas existiram outros povos e que tal como os espanhois fizeram aos Incas, todos os povos vieram e f..... os que já cá estavam. Os Moche aniquilaram os Gallinazo, os Chimú aniquilaram os Moche, os Incas aniquilaram os Chimú e finalmente os Espanhois aniquilaram os Incas.....este pessoal é muita violento... nao sabe viver em comunidade...
Mas como estava a dizer fomos ver o Palácio Tchudi, um palácio brutal, pertencente à antiga cidadede Chan Chan (Chimú), um palácio muita giro, todo feito em barro e que aguentou até ao dias de hoje, praças impressionantes, tumulos, tribunais, locais de sacrificio, etc. Desta cultura ainda vimos o museu e dois locais de cultos, masnada de mais.
Há tarde fomos ver um Templo da cultura Moche (antes da cultura Chimú), Huaca de la Luna, um espectáculo, tal como outras culturas passadas, estes construiam uns templos em cima uns dos outros, do género das bonecas russas, o que fazia com que os mais antigos fossem tapados pelos mais recentes, neste local existem 6 templos, o mais exterior é o que está mais fustigado pela erosao, enquanto que os mais internos estao em melhores condiçoes.
De volta a Huanchaco, a aldeia onde acentámos estes dois dias, tivemos um por do sol mágico, as pranchas de surf na água, um molhe a entrar no oceano, os pescadores nos seus caballitos totora (parecem canoas feitas de totora, uma espécie de colmo) e um jantar de pescado qualquer coisa do outro mundo, há vidas complicadas, é o que se pode dizer... só espero conseguir por amanha algumas fotos para tentar ilustrar o que vi naquele por do sol.... um espectáculo

Thursday, August 10, 2006

Dia 11
Estou de rastos, mais um dia de viagens alucinantes, como já tinha dito às 20:15 apanhamos um bus de Vilcabamba para Loja, 1 horinha, para chegarmos e apanharmos um bus directos para o perú, muito bem, aqui fomos nós contentes da vida, até que por volta das 3 da manha chegamos à fronteira, bonito, 2 horas de espera porque como toda a gente sabe entre a 1:45 e as 5 da manha nao há sistema, o que faz com que durante este tempo nao se pode nem entrar nem sair do equador, mas como toda agente é demasiado inteligente, continuam a manter esse horário dos bus, até é giro passar 2 horas à espera com toda a gente de ramela nos olhos à espera que o bem dito sistema informático fique de novo em funcionamento. Por volta das 8:30 da manha, 9 horas 1/2 depois de sairmos chegamos a piura, "piuramente" para trocar dinheiro e apanhar um autocarro para chiclayo, mais uma cidade peruana na costa nortenha. O caminho ao contrario do que estamos habitiuados é uma recta infernal, com um deserto de areia de um lado e do outro e eu a pensar que o perú era só montanhas imponentes e bosques verdejantes, muito me enganei, parece que de repente mudei de local e estou atravessar o continente africano. Ao chegar a Chiclayo apanhamos um taxi até uma terrinha muito perto para vermos um museu que nos foi aconselhado no autocarro por americano arqueólogo que trabalha neste momento no perú, "Tumbas Reales de Sipan", este museu fala um pouco sobre a cultura Moche (Pré Inca I e VI dc) e sobre os túmulos encontrados, principalmente sobre o do Senhor de Sipan, O Sacerdote e O Velho Senhor de Sipan.
Depois foi a loucura, ir de Tico Tico de volta para a cidade, estive por duas ou três vezes a sair do Tico Tico para ajudar aquele motorzinho a por-nos em marcha, a loucura....
Mais viagens, é verdade lá nos pusemos de novo em marcha em direcçao ao destino final (decidido em cima da hora, mas é o destino final), 3 horas até chegarmos a Trujillo, já nao passo sem um filmesito em espanhol para ajudar a adormecer. Neste momento estamos numa aldeia pescatória e surfista muito perto de Trujillo, com um ambiente muito calmo, bom para descançar um bocado destas andanças todas de autocarro para trás e para a frente. Boa noite e até amanha, que estou cheinho de sono, com dores nas costas e com vontade de tomar um granda banho, assim é andar pela américa latina

Wednesday, August 09, 2006

Dia 8,9,10
Após um dia cansativo, acordamos tao moles que nao apetecia fazer nada, mas como temos que aproveitar tudo, fomos pelo menos dar uma volta pequena pelas escarpas que rodeiam Baños, fica-se com um prespectiva diferente. 18:45 o inicio de uma grande, grande, grande viagem. O nosso objetivo era chegar a cuenca, uma cidade colonial, património mundial da humanidade, de repente começamos a pensar que temos pouco tempo para estar no perú e entao resolvemos ir directamente para loja. Para isso levámos nada mais nada menos que 16 estafantes horas para fazer nao mais que 500 quilómnetros, será que nunca ouviram falar de autopistas??? lol
Chegamos a Loja às 10:45, uma cidadezinha que nao me diz nada, nada demais para visitar, pelo menos com a disposiçao que nós estavamos para cidades, entao apanhámos mais um autocarro para o nosso ponto de chegada VILCABAMBA.
Só vos digo que isto é brutal o hotel é qualquer coisa de espectacular, no cimo de um monte, com uma vista de fazer inveja sobre vilcabamba, por isso ontem tive um jantar romantico com o faneka.... com aquela vista espectacular....hehehe. Ficámos num dormitório com mais 1 alema, 1alemao e uma americana, pessoal porreiro.
Hoje fomos dar uma volta a cavalo por estas zonas, muito, muito bom, fomos até uma cascata onde deu para tirar umas fotos muito fixes (vamos ver se as consigo por aqui). A volta foi com muito mais adrenalina, grande parte do caminho a galope (as perninhas é qie sofrem um bocado). Hoje vamos entrar no perú de noite, directos para piura, uma viagem curta se tivermos em comparaçao a última, 8 horas. Estamos a por as fotos num site se quiserem vê-las vao a
http://www.ricardo.homedns.org/thumbnails.php?album=13
Agora mais só no perú, divirtam-se que eu também vou tentar.

Sunday, August 06, 2006

Dia 6 e 7
Ontem fomos ao vulcao cotopaxi (coto=pescoço, paxi=lua...segundo a ligua Kichwa), um vulçao que tem aproximadamente 6000 metros de altitude, um bicho grandinho. Eram 8:30 da manha já estavamos prontos para a nossa aventura, luvas, gorro um polar e um corta vento, material essencial para este dia. Mal chegamos ao local de partida, deparamo-nos com o veiculo que nos ia transportar até à reserva de cotopaxi, uma carrinha cheverolet com cerca de 28 anos, um clássico...como clássico que é, ao chegar a subidas mais ingremes, quase que tinhamos que ir lá para fora empurrar, e como estamos nos andes subidas ingremes é o que nao falta.
Primeiro fomos visitar um museo que fala um pouco da fauna e flora local, seguindo directamente para um lago mais ou menos a 4000 metros de altitude. O vento e o frio começam a fazer-se sentir.
Subimos directamente para os 4500 metros, onde já se começa a sentir o ar rarefeito, aí nos espera uma caminhada até aos 4800 metros de altitude, mais ou menos 1 hora de caminho, até um abrigo, um chá quentinho sabe tao bem. Mais 10 minutos a andar e voilá, chegamos aos glaciares, é a zona onde começa o gelo do vulçao cotopaxi.
A descida fez-se melhor, a descer todos os santos ajudam.
Agora espera-nos uma viagem de cerca de três horas até baños, só vos digo que o Colin McRay ao pé dos condutores de autocarros equatorianos parece um menino de colo. Coincidência das coincidências ao meu lado vinha um rapaz que agora nao me lembro do nome que era TO, o equador é mesmo um espectáculo.
Chegamos a Baños e eu já estava um bocado enjoado com todas aquelas voltas, até que chegamos a uma pensao que tinha sido indicada em Latacunga, muito, muito boa, parece que estamos em casa, a Yolanda (A dona da pensao) trata-nos como amios que estamos em sua casa, aconselha-nos onde comer, onde alugar as bicicletas, o que fazer e gosta muito, mas mesmo muito de conversar, um espectáculo.
Se falarmos de natureza, hoje foi sem dúvida o ponto alto, logo pela fresquinha fomos alugar duas bicicletas e fizemo-nos à estrada, uma estrada que percorre três quedas de água fantásticas. Começa-se pela Goyen, uma queda de água gira,mas que deixa um pouco a desejar, mais à frente fomos encontrar o Manto de la Novia, esta sim já uma cascata impunente, descemos de bicicleta por caminho muito mau até chegar a uma ponte do género Indiana Jones que passa por cima do rio e nos leva mais perto desta cascata. Muito bom, quase sem ninguém, só nós e a cascata. Finalmente chegamos ao Pailon del Diablo, brutal, a natureza nesta cascata mostra a sua força, sao bilioes de litros de água a cair por uma ribanceira a baixo que nos faz parecer muito pequeninos. Claro que ficamos encharcados, porque havia um local onde quase que ficamos dentro da cascata.
Finalmente voltamos para Baños de bicicleta, sem antes nao deixar de fazer um salto de uma ponte, uma espécie de Bunjee Jumping, só vos digo que é a loucura, muita adrenalina, muitos gritos, a seguir vem o paraquedismo...
Bem, para variar nao estou a conseguir por fotos aqui, mas amanha tento de novo...

Friday, August 04, 2006

Dia 5

Uma das raparigas que estava lá em casa soube ontem que hoje vai para Lima trabalhar, entao ontem fez-se uma pequena festa lá em casa, em seguida fomos para um bar em Quito que é um espectáculo, tipicamente sul americano, com um ambiente caliente, onde toda a gente dança com toda a gente, onde se transpira sensualidade, simplesmente espectacular, já me via a viver ali o ano inteiro. Tem um pouco a ver com a ideia que eu tenho de cuba, a música, a dança, só faltam raparigas giras, que é coisa que aqui por estas bandas se torna complicado encontrar.
Hoje acordámos cedo e viemos para latacunga, na provincia de cotopaxi, este nome é o nome de um vulcao que existe aqui na zona e que nós amanha vamos subir logo pela fresquinha. Esta é uma terrinha pequenina. Estivemos a dar uma volta pela cidade e fomos ao mercado, onde como mais tarde vao puder ver com as fotos, deixa um bocado a desejar relactivamente à higiene. Mas em roma sê romano. hehehe.
Amanha vamos para baños, um cidade mais a sul onde existe um vulcao em erupçao, mas entretanto vamos tentado manter o contacto.

Thursday, August 03, 2006

Hoje, dia 4 fomos visitar a Mitad del mundo, onde passa a linha do equador, deu para ver um museu que falava um pouco dos vários povos existentes nas várias provincias do equador e estivemos ao mesmo tempo no hemisfério norte e sul, tem que ser a foto da praxe. No topo do museu dava para ver um vulcao que amanha vamos visitar, o vulcao de cotopaxi
Depois fomos ver a Fundaçao Guayamin, o pintor mais conhecido de Quito. Onde se podem ver alguns quadros dele e a colecçao particular de arte.







Fotos da subida ao monte Pichincha, a Franziska e o Paolo também vieram, consegue-se ver toda a cidade de Quito. Também se consegue ver o aeroporto que como podem constatar é mesmo no meio da cidade.




No dia seguinte as nossas malinhas chegaram sas e salvas ao destino, depois de passarem uma noite em caracas.











A foto seguinte pode-se ver a melhor maneira de chegar ao aeroporto internacional de quito... na caixa de uma pick-up












Da esquerda para a direita, José (músico e um dançarino nato de salsa), Veronika, Erika, Franziska, nao me lembro do nome (irma do paolo que nao está aqui e que foi connosco ao monte pichincha), Giada, Miguel (mais conhecido como faneka) e Mileidy









Um bar muito fixe numa zona alta da cidade onde se pode ter uma vista fantástica. Claro que passamos a noite toda a dançar e a ouvir salsa, o que mais podia ser.
Pois é, tentei por as fotos no blog, mas como é preciso o cd de instalaçao da máquina nao dá, vou tentar por as fotos que o miguel tira, o meu plano saiu furado. Vou tentar procurar outro sitio com internet para ver se dá.
Passando á frente, como já tinha dito, estamos em casa de 3 raparigas, a Veronika (alema), a Giada (italiana) e a Mileidy (colombiana). Neste momento estao mais duas raparigas em casa delas, a Franziska (irma da Veronika) e a Erika (espanhola). Como a Mileidy é música, a casa está sempre cheia de gente e cheia de música, um ambiente muito fixe.
Quito é uma cidade grande, com cerca de 3 milhoes de habitantes, está situada a 2850 metros, que se espalha pelas montanhas, quando se ve de cima, parece um rio que vai rodeando as montanhas que se esbarram no seu caminho. Nesta cidade há uma palavra que nao existe no dicionário, "peligro", a noçao de perigo é bastante diferente da nossa. A entrada e saida das pessoas nos bus, fazem-me lembrar os 3 duques, para que parar, com o bus a andar dá muito mais adrenalina. Os motoristas deixam as pessoas sair literalmente no meu do transito. Existe uma mistura muito grande de pessoas, pessoas que parecem acabadas de sair das montanhas, executivos, estrangeiros que estam radicados por cá e bastantes turistas. No Equador existem muitos Colombianos, porque a moeda de cá é o dolar, bastante mais forte que o peso.
O pior desta cidade é a poluiçao, está cheia de autocarros velhos que deitam quantidades industriais de fumo preto para os nossos pulmoes.
Ontem estivemos em Pichincha, um dos montes que está à volta de Quito, para lá chegar subimos um teleférico que nos leva aos 4100 metros de altitude, aqui já se sente que o ar é rarefeito, apesar de pensar que seria pior, mas ao fim de algumas subidas os pulmoes e as perninhas já começam a sentir.
À tarde fomos ver o centro histórico da cidade, muito bonito, com uma igreja em cada canto, podem-se destacar a praça central, a praça de S domingos e a praça de S francisco.
O que nao se vê por aqui sao pedintes, existe muita gente nas ruas a vender de tudo, por vezes no mesmo semáforo existem três, quatro pessoas a vender coisas diferentes, tudo serve para fazer negócio.
Agora vamos ver a metad del mundo, por onde passa a linha do equador, à tarde vamos ver o que falta de Quito, para amanha nos pormos a andar para cotopaxi, um vulcao muito bonito, onde dá para se dar umas voltas de bicicleta (eu tinha que andar bicicleta por aqui). Depois seguimos para banos, cuenca e vil camamba, antes de entrarmos no peru.
A rota sofreu alteraçoes substanciais porque vimos que era muito difícil seguirmos por iquitos até ao brasil.
Nao sei quando é que consigo ter acesso de novo à internet.

Tuesday, August 01, 2006











Eram 5 da manha antes de partir e este era o estado do meu quarto, organizaçao acima de tudo.

Dia 1!!
Viagem interminável, como é lógico o Diogo ficou aflito inumeras vezes a pensar que tinha perdido alguma coisa, mas isso é um carma que me segue.
Check in em Lisboa...mandam-nos as malas para caracas e dizem que tinhamos que as levatar lá...chegados a caracas dizem-nos que nao podiamos levantá-las, aí começa uma aventura à procura de alguém da TAP, vao à porta 12, nao vao à porta 15 , nao.....e nós feitos parvos a correr de um lado para o outro. Resultado, conseguimos falar com alguém, que supostamente era da TAP, adiantou de muito...as malas ficaram em caracas. Mais tarde andaram á nossa procura para embarcar, uma vez que num dos monitores do aeroporto estava com a hora errada...simpáticos!!!!!
A nossa primeira refeiçao fora de terras lusitanas. Aeroporto de caracas, foi aqui que nos atrasamos para o voo e quase ficamos em terra















Panamá, vimos o canal de cima.














Chegámos a quito e como já disse nao há malas para ninguém, temos agora que telefonar para o aeroporto e rezar para que cheguem rapidamente.
Estamos em casa de seis raparigas muito fixes, alemas, espanhola, italiana, colombiana.
Agora vamos ao aeroporto e ver a cidade.